Baklawa - Doce Árabe

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Baklawa - Doce Árabe
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Ingredientes
  • Calda de Açúcar:
  • 2 xícaras (chá) de água
  • 4 xícaras (chá) de açúcar refinado
  • 1 colher (sopa) de água de rosas
  • 1 colher (sopa) de água de flor de laranjeira
  • 1 limão
  • Doce:
  • 400 g de noz moída
  • 1 xícara (chá) de açúcar refinado
  • 3 colheres (sopa) de água de flor de laranjeira
  • 2 pacotes de massa folhada pronta
  • 200 g de manteiga sem sal
Como fazer
  1. Misture as nozes com o açúcar refinado e a água de flor de laranjeira.
  2. Abra a massa folhada bem fininha e corte em retângulos.
  3. Coloque em uma assadeira camadas de massa folhada pinceladas com manteiga derretida, entremeadas com a mistura de nozes.
  4. A última camada deve ser de massa.
  5. Leve ao forno brando por 40 minutos.
  6. Retirar do forno e banhar com a calda de açúcar para doces árabes.
  7. Calda de Açúcar: Ferva a água e o açúcar refinado durante 5 minutos.
  8. Coloque a água de rosas, a de flor de laranjeira e o suco de limão.
  9. Ferva mais 2 minutos e retire do fogo.
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Receita indicada por gracia teodoro
Tags: Água de rosas, Açúcar, Calda de açúcar, Manteiga, Massa folhada, Manteiga sem sal, Água de flor de laranjeira, Árabe
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OS SABORES DA COMIDA ÁRABE

Carnes: O carneiro é o principal animal consumido. Sua carne é assada ou guisada, normalmente recheada e ricamente temperada. A carne de cabrito, a galinha e o peru também são apreciados.



Grãos: Entre os grãos destacam-se o trigo, a lentilha, a ervilha, o grão-de-bico e o arroz. Favas são típicas do Egito, presentes no fool midammis, sopa bem grossa à base de feijão, servida normalmente durante o café da manhã.



Verduras e Legumes: São preparados recheados e em conserva, Na Síria e no Líbano, eles recebem o nome de mehchi; na Turquia, dolmas; na Grécia, dolmathes; no Irã, dolmeh. Entre os principais legumes usados estão a abobrinha, repolho, folha de videira ou de parra, acelga, tomate, pimentão e berinjela. Vegetais em conserva, os kabees ou torshi são muitos populares e servidos como entrada ou acompanhamento.



Frutas: São essenciais na culinária árabe. Técnicas agrícolas transformaram o deserto em férteis campos verdes, onde crescem uvas, figos, romãs, ameixas, damascos, amêndoas, pistaches, avelãs, pinhões, tâmaras, azeitonas, goiabas, mangas, laranjas, bananas, abacates e melões. As frutas são encontradas nos mercados ao natural, cristalizadas e secas. São usadas no preparo de bolos, pudins, caldas, geléias, saladas, ensopados de carne, docinhos, refrescos, xaropes e licores.



Especiarias: são muito utilizadas na culinária árabe para dar sabor ou perfume aos alimentos. As mais utilizadas são semente de anis, alcaravia, cravo-da-índia, cominho, gengibre, sumagre, noz-moscada, macis, semente de gergelim, alho, cebola, snubar e pimenta-da-jamaica. Entre as ervas são usados manjericão, coentro, endro, funcho, manjerona, hortelã, salsa, alecrim e salva, açafrão e cardamomo. E como aromatizantes o almíscar, âmbar, água de rosas e água de flor de laranjeira. É comum cada país possuir seu próprio mix de especiarias, encontrado já pronto no comércio. Os sírios fazem a bahar e a pimenta síria, que geralmente leva cravo, canela, noz-moscada, gengibre, pimenta-da-jamaica e pimenta-do-reino preta e branca.. Na Jordânia e no Líbano, existe a zahtar, mistura de folhas de zahtar, manjerona, tomilho, sementes de gergelim torradas e as bagas vermelhas e amargas do sumagre. Os iemenitas preferem a zhug, pasta de cardamomo, cominho, alho e malagueta moídos que faz arder os lábios.



Peixe: é abundante no litoral do Oriente Médio. Os principais: salmonete, o peixe-espada e a sardinha marinados. Os pratos são temperados com uma rica seleção de especiarias e molhos. Na mesa, todos são regados a azeites de oliva.

ORIGENS DA CULLINÁRIA ÁRABE

A região do oriente médio foi o berço a civilização, os grandes impérios que dominaram essa região, o persa (539-331 a.C.), o árabe (630-1258) e o otomano (1281-1918), foram responsáveis pela formação da cultura árabe, e isso se reflete também na culinária e nos hábitos alimentares, as primeiras tradições culinárias nasceram ali, há mais de 12 mil anos.

Entre os rios Tigre e o Eufrates, no atual Iraque, os homens passaram a cultivar trigo, cevada, pistache, nozes, romãs e figos que floresciam ao lado dos rebanhos de carneiro e de cabras. Pela primeira vez misturaram ingredientes diferentes e fizeram o pão, que nasceu chato e redondo. Em um período posterior, entre os anos 3000 a.C. e 300 a.C, quando os fenícios povoaram a região do Líbano, surgiu o hábito de cobrir o pão com carne e cebola. Nascia a esfiha. Por volta de 500 a.C., os persas, antigos habitantes do Irã, trouxeram ingredientes mais complexos, como arroz, pato, amêndoas e frutos frescos, e muitas especiarias: cominho, cardamomo, coentro, feno-grego, cúrcuma e gengibre. Os sultões do Império Otomano acrescentaram as massas ensopadas com mel e recheadas com nozes e amêndoas moídas, bem como o café forte e adoçado. Carne de carneiro assada ou frita na manteiga ou no óleo era bastante apreciado nos palácios, assim como os miúdos macerados e mergulhados em uma mistura de leite azedo e especiarias.

Com o fim das invasões, as diversas culinárias da região mesclaram-se em uma cozinha que cultivou respeito por suas tradições.

GRÁCIA MARIA T REIS - em 14/08/2007
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DELÍCIA DA CULINÁRIA LIBANESA.

TEODORO - em 18/06/2008
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