Café gourmet e tipos de preparo

Maior produtor e exportador de café no mundo, o consumo de café no Brasil vem crescendo a cada ano. E graças à popularização dos cafés com blends e grãos variados, o cafézinho deixou de ser uma bebida simples e ganhou status de gourmet. Apreciar um bom café não é mais algo rotineiro, passando a ser um momento para experimentar novos aromas e sabores. Os cafés gourmets são conhecidos por conter grãos de qualidade superior aos demais combinado aos blends e aromas diversos.

Desde de que surgiram os cafés em cápsulas com blends e aromas diversos, o consumidor ficou mais atento ao chamado café gourmet, procurando variações e alternativas para apreciar um bom café. E os cafés em cápsulas cumprem perfeitamente a exigência do consumidor: apresentam variedade de sabor, são de fácil acesso e preparo e insere o consumidor no universo de aromas e blends do café gourmet.

Diferente das práticas e industrializadas cápsulas de café, os blends de café são feitos a partir das variações da planta Arábica, que produz um café de qualidade superior. Cada variedade da planta do café arábica possui atributos específicos de aroma, corpo, acidez e doçura. As combinações, ou blends, são desenvolvidas para balancear ou acentuar as melhores qualidades de cada variedade de café arábica.

O café mais caro - e exótico - do mundo é o Kopi Luwak feito a partir dos grãos comidos por um gambá da Indonésia, chegando a custar cerca de US$ 500 o quilo. No Brasil, também temos produções caríssimas de café, como o Jacu Bird, café feito a partir dos grãos comidos e expelidos por um pássaro do Espírito Santo. O quilo desta iguaria chega a R$ 270. Os nobres grãos também fizeram do café Fazenda Santa Inês o mais premiado do Brasil, tendo o quilo a R$ 232.

Conheça algumas formas de preparar o seu café gourmet:

Café Expresso

O café preparado em máquinas de café expresso possuem características específicas. A água fervendo, que normalmente está em torno de 90°C, atravessa o pó de café fazendo uma forte pressão sobre o pó. O resultado é uma bebida ultra cremosa e aromática. O ideal ainda é que o café tenha o aroma forte, sabor doce e duradouro e um creme marrom claro com cerca de 4 mm de espessura.


Fonte: Reprodução /vilamulher

Cafeteira de Filtro ou Coador

Passar um cafézinho no coador de pano ou no filtro de papel é ainda uma das práticas mais comuns no Brasil. O pó é adicionado ao filtro ou coador com adição de água quente não fervente por cima. este método caseiro faz com que o café fique com um sabor mais suave em comparação ao expresso.


Fonte: Reprodução /hardmob

Cafeteira Italiana/Moka

O café gourmet feito na Moka é mais encorpado do que o feito em cafeteiras comuns que utilizam a filtragem do pó. O método de preparo é a percolação: a água é depositada na base da cafeteira, onde há uma válvula de pressão. Quando aquecida, a água entra em contato com o pó do café, que é impulsionado sob pressão para o topo da moka. Neste momento, se forma uma leve camada de creme marrom, parecido ao obtido no método de café expresso. É a forma mais utilizada para consumo de café gourmet na Europa.


Fonte: Reprodução /shoptime

Café Turco

Para o preparo do chamado café turco, o café moído pulverizado, açúcar e água e especiarias, como cardamomo, são colocados, nesta ordem, em um recipiente de cobre, o Ibrik. O Ibrik é levado ao fogo e o café é fervido, sendo um dos único método onde a água é fervida, dando um sabor encorpado, perfumado e doce à bebida. Após servido, não se deve mexer o café para não misturar o pó que se acumulou no fundo da xícara, normalmente usado para ler o futuro nesta borra de café.


Fonte: Reprodução /pinterest

Por Lívia Duarte

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